O pouco, talvez muito, mas não muitíssimo, álcool que corre nas minhas veias e que primeiramente se alojou em meu estômago me permite driblar aquele medo exposto a posts atrás. O tempo passa, o amor continua o mesmo - pelas mesmas poucas pessoas - os outros sentimentos e dúvidas também persistem, as mesmas chatisses, os mesmos vazios e ausências. As alegrias e as preocupações mudam, graças ao bom Deus! A vida é isso. Reaprendo a viver diariamente, esqueço com a mesma constância, mas ainda aqui estou. Tão igual quanto qualquer diferente, tão diferente quanto qualquer igual.
Nota: para o próximo almejo estar em um estado de menor consciência.
terça-feira, 28 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Eu nunca participei de uma orgia, nunca usei nenhum tipo de substância ilícita, nunca salvei a vida de ninguém, nunca matei nenhum ser humano, trabalhei apenas uma vez (estágio), ainda não possuo uma graduação, nunca me casei, não tenho filhos, nunca viajei para fora do país, nunca pulei de bungee jump, nunca saltei de pára-quedas, nunca impedi nenhum casamento, nunca fiz um gol de bicicleta (acho que nem de cabeça), nunca nadei uma travessia, nunca comi um bolo de aniversário sozinho, nunca dirigi um trem, nunca aprendi a tocar um instrumento musical. E possuou uma mínima curiosidade sobre o mundo. Só gostaria de saber como vou me virar com toda essa apatia no futuro. Queria saber se eu sou escroto demais ou de menos.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Eu estava me segurando já faziam umas belas semanas para não escrever como medo de dizer besteira. Aí hoje eu lembrei que eu faço muito mais besteira calado do que falando então foda-se. Hábito! Hábitos! A gente cria e nem percebe. O de não falar por medo e de repente nem saber porque está calado é um deles. Estava com medo de falar deles por medo. A gente muda ou quer mudar alguma coisa na nossa vida e não percebe que são esses pequenos hábitos que devem mudar pra gente conseguir sair do lugar de verdade. Eu sou bom em desenhar mapas e péssimo na caminhada. Infelizmente e felizmente os maiores caminhos a gente que tem que andar. Eu não tenho idéia sobre o que isso tudo diz respeito, ou tenho, mas no fim o que eu quero mesmo é parar de andar descalço, comprar boas botinas e finalmente me utilizar do mapa que tanto desenhei.
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