Em poucos meses eu igualei o número de posts do blog com mais de um ano. Queria desligar umas regiões do meu cérebro, ou não esperar pra soltar as coisas, ou saber o que eu quero soltar. Só isso.
Tudo meu tem quero. Eu queria não querer tanto.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Eu sempre quero muitas coisas. Eu geralmente subestimo os desejos dos outros em relação aos meus. Já achei muita gente irritante (só consegui pensar isso) por só pedir paz. Mas agora é o que eu quero. Eu quero poder sentar e tomar um chá e conversar. Ou fazer nada. Ter o que falar e não o que discutir. Ter do que rir e não que se explicar. Ter o que construir e não o que criticar. Eu não sei se não gosto mais de ser intenso, acho que gosto, mas cansei do constante franzir de testa. Quero morrer jovem mas não de hipertensão e muito menos enrugado.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Eu enjoei desse negócio enorme. Uma boca inquieta, inquieta boca. Deveras boca, deveras inquieta. Um Idiota. Um burguês safado. Não sei porque as pessoas não colocam os nomes delas direito aqui, mesmo que eu já o tenha feito. Sempre me pergunto se eu ficaria mostrando os peitos aqui se eu os tivesse. Ou uma pessoa simples que quer ser complicada, ou uma complicada que quer ser simples. Algumas pessoas dizem que possuo um cheiro próprio, o qual eu nunca senti. Eu sou bem bobo. Eu choro. Gosto de não fazer nada mas me entedio com facilidade. Penso muito, principalmente antes de dormir. O meu coração não reconhece a luz do dia. Sou muito preguiçoso. Sou palmeirense. Gostaria que pudéssemos viver bem sem ter que possuir um emprego. Tenho vergonha. Eu minto. Sinto necessidade de beber água após escovar os dentes. Coisas gordurosas começaram a embrulhar meu estômago, mas gosto muito de batatas fritas - não mais que minha irmã. Não sei qual é a minha cor. Gostaria muito de ter uma banda, mas tenho preguiça de aprender a tocar algum instrumento. Gosto muito de música, filmes, quadrinhos e esportes. Procuro evitar stress. Gostaria de jogar futebol americano, basquete e gostaria de jogar melhor o nosso futebol. Corro rápido porque minhas pernas são compridas mas me canso rápido. Não gosto de gente nervosa, gente que trata mal pessoas que não conhece (como garçons, manobristas, serventes etc) e gente de um modo geral. Como muito. Não tirei carta por preguiça, não tenho um carro por pobreza e talvez não irei dirigir em São Paulo por ideologia [!]. Tenho um pouco de conhecimento sobre diversas coisas mas não sei muito sobre nada. Gosto de acrescentar provas à minha tese de que todas mulheres possuem uma pinta na região entre os ombros e o tórax. Minha companhia é agradável, principalmente quando falo pouco e a pessoa que me acompanha aprecia o silêncio. O melhor texto que já escrevi se chama Pizza de Atum. Se eu tivesse um programa de entrevistas a principal pergunta dele seria: "Qual seu Titã preferido?" , e eu só consideraria como válidas 4 respostas, sendo que uma delas é bem questionável. Gosto de sair de casa para ver shows. Espero morrer antes de proferir a frase "Tô indo pra balada". Quero aprender a dançar forró antes de morrer. Anseio por conhecer gente nova, mas sou muito anti-social. Gosto muito de minha família e tenhos muitos primos. Tenho família em São Paulo, Brasília, Paraíba e Rio Grande do Norte. Não sei dirigir nem andar de bicicleta. Pretendo comprar um cachimbo. Vou parar aqui, mas eu sei que você sabe que sou muito mais que isso. Aliás, não sou. Estou sendo.
domingo, 26 de outubro de 2008
exatamente onde eu queria estar
.. não, definitivamente não. Mas sinto que minha cabeça está muito distante daqui e ao mesmo tendo aui. Sensação até que boa, finalmente.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Às vezes fica mais fácil achar que ser eu é fácil. Não que eu ache que é difícil, mas as vezes é. Como deve ser para todo mundo. Mas fiquei feliz de redescobrir que é difícil, mas dá pra superar algumas vezes a fobia de telefone, que existem conversas legais ainda no mundo e que chocolate e abraço preocupado de mãe é uma delíca. Não digo viva a vida, mas digo viva!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
texto ruim
Só para esclarecer para você que por algum engano põe os olhos sobre essas palavras, e para mim mesmo que sou muito esquecido e nunca sei por que eu faço ou deixo de fazer as coisas: esse espaço é meu. Os outros também o são, mas aqui eu vou procurar me dar ao direito de realmente falar o que tenho vontade. Lembre disso.
Isso me lembra uma das coisas que eu pretendo falar nesse texto. Eu gosto de me perguntar coisas e me dar respostas, mesmo que elas não sejam verdadeiras. Gosto de me estabelecer verdades absolutas. Então me pergunto, porque escrevo e coloco essas bostas em espaços públicos? Eu acho que eu quero que alguém se importe, eu acho. Não tipo de se preocupar e tal, mas só que queira ler algo que eu escrevi, já dá uma mínima satisfação e expor as coisas para alguém que não você mesmo (mesmo sendo a pessoa invisível ou inexistente).
Hoje eu estou sentindo alguma coisa que eu não sei o que é. Era pra eu estar puto e também triste, deve ser alguma coisa parecida com a mistura desses dois, com mais ou menos ou nenhum dos dois e mais ou menos ou nada de uma ou muitas outras coisas. Não sei se eu escrevo pra descobrir o que é isso ou para parar de sentir essa coisa estranha. Isso me faz eu não ter vontade de dormir e ter medo de tentar dormir e pensar sobre coisas desagradáveis.
Eu não me sinto bem. De um modo geral minha vida está boa. Ou era pra estar. Eu estou consciente, sei das minhas obrigações e estou tentando cumpri-las. Mas a minha inquietude natural com o que eu tenho que ser não combina bem com outras inquietudes. E o pior que eu já caguei tanto com os outros que eu acho que eu não tenho muito direito de ficar mal com o que os outros me fazem. Na verdade eu acho que tenho direito e me sinto mal, mas sempre vem aquela vozinha chata e infernal “Quem é você pra pensar isso? E dizer isso? E sentir isso?”. Puta-que-o-pariu (aqui iria uma exclamação, mas eu não acho que ficaria legal). Não há nada mais chato e insuportável do que ter uma vida de cuzão, você é excluído de todo e qualquer direito, o artigo 5 da Constituição não vale pra você. E eu não digo que as pessoas me dizem isso, porque elas não o fazem. Eu continuo me achando no direito de cobrá-las (na minha cabeça apenas, na maioria dos casos) e me cobro por não me achar no direito. Mas no fundo eu acho que tenho direito aí você já viu.
Já dispersei. Eu só quero me falar. Carlos, você sabe que você quer ser melhor e você será. A fase é ruim, mas se mantendo bom você encontra motivo pra sorrir. Pense antes de fazer, mas lembre que sua vontade e sua certeza de cada momento também querem dizer alguma coisa e também compõe o certo e o errado finais.
Isso me lembra uma das coisas que eu pretendo falar nesse texto. Eu gosto de me perguntar coisas e me dar respostas, mesmo que elas não sejam verdadeiras. Gosto de me estabelecer verdades absolutas. Então me pergunto, porque escrevo e coloco essas bostas em espaços públicos? Eu acho que eu quero que alguém se importe, eu acho. Não tipo de se preocupar e tal, mas só que queira ler algo que eu escrevi, já dá uma mínima satisfação e expor as coisas para alguém que não você mesmo (mesmo sendo a pessoa invisível ou inexistente).
Hoje eu estou sentindo alguma coisa que eu não sei o que é. Era pra eu estar puto e também triste, deve ser alguma coisa parecida com a mistura desses dois, com mais ou menos ou nenhum dos dois e mais ou menos ou nada de uma ou muitas outras coisas. Não sei se eu escrevo pra descobrir o que é isso ou para parar de sentir essa coisa estranha. Isso me faz eu não ter vontade de dormir e ter medo de tentar dormir e pensar sobre coisas desagradáveis.
Eu não me sinto bem. De um modo geral minha vida está boa. Ou era pra estar. Eu estou consciente, sei das minhas obrigações e estou tentando cumpri-las. Mas a minha inquietude natural com o que eu tenho que ser não combina bem com outras inquietudes. E o pior que eu já caguei tanto com os outros que eu acho que eu não tenho muito direito de ficar mal com o que os outros me fazem. Na verdade eu acho que tenho direito e me sinto mal, mas sempre vem aquela vozinha chata e infernal “Quem é você pra pensar isso? E dizer isso? E sentir isso?”. Puta-que-o-pariu (aqui iria uma exclamação, mas eu não acho que ficaria legal). Não há nada mais chato e insuportável do que ter uma vida de cuzão, você é excluído de todo e qualquer direito, o artigo 5 da Constituição não vale pra você. E eu não digo que as pessoas me dizem isso, porque elas não o fazem. Eu continuo me achando no direito de cobrá-las (na minha cabeça apenas, na maioria dos casos) e me cobro por não me achar no direito. Mas no fundo eu acho que tenho direito aí você já viu.
Já dispersei. Eu só quero me falar. Carlos, você sabe que você quer ser melhor e você será. A fase é ruim, mas se mantendo bom você encontra motivo pra sorrir. Pense antes de fazer, mas lembre que sua vontade e sua certeza de cada momento também querem dizer alguma coisa e também compõe o certo e o errado finais.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
primeiro
Esse será o primeiro texto de blog mesmo. Tá um calorzinho querendo ser Natal, eu fiquei a tarde toda no pc e queria fazer alguma coisa, como sempre quero. Li, reli e ouvi. Queria só ouvir, e de pessoas de verdade de preferência. Mas vai saber se uma hora isso não acontece. Beijos.
domingo, 5 de outubro de 2008
Nota 1: certas pessoas nasceram para causar sensações e sentimentos extremos em nosotros. Isso é bom, isso é ruim. Descubra cedo se você consegue lidar com isso ou não, para o bem da sua saúde.
Nota 2 (que podia ser a 1): eu acho que defendo muito facilmente e com certa destreza minhas atitudes na minha vida pessoal. Queria eu viver de fazer isso.
Nota 3: fiquei nervoso antes de votar. Gosto de pensar que isso significa algum coisa.
Nota 2 (que podia ser a 1): eu acho que defendo muito facilmente e com certa destreza minhas atitudes na minha vida pessoal. Queria eu viver de fazer isso.
Nota 3: fiquei nervoso antes de votar. Gosto de pensar que isso significa algum coisa.
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